"Três junhos em Londres"

Tudo o que as pessoas precisam as vezes é de amor, amor costuma resolver tudo. Até aqueles problemas mais chatos.
A verdade é que, com dedicação e carinho tudo se ajeita, tudo se endireita.
Há muitas pessoas no mundo que não sabem o que significa "amor". É triste ver uma palavra tão forte se tornar algo tão fraco na boca de algumas pessoas.
O que é mais triste ainda é ver palavras tão bonitas serem extintas do mundo, ou virarem algo que as pessoas acham careta.
Olha pra você, olha a sua volta. O que você vê?
Será que a pessoa que você foi anos atrás se orgulha de quem você é hoje?
Você nunca quis ser alguém do qual se orgulhar? Quem feriu o seu coração? Olha em volta e perceba que você pode sim, ter um amor verdadeiro, você pode sim ter uma vida perfeita, ou pelo menos quase perfeita. É só você querer, ter força de vontade e persistir, porque uma hora vai vir. 


Capítulo 05
"One more chance"



Três junhos em Londres - Por Yash
Era um domingo nublado, sentei na calçada em frente a minha casa com uma calça jeans azul escura e o meu moletom xadrez que eu tanto amava. Coloquei as mãos no bolso da frente do casaco e vi que Peter atravessava a rua com dois copos de café do Starbucks. Ele sorriu pra mim e me entregou um copo, enquanto se sentava na calçada ao meu lado. Eu dei uma risada quando percebi o “Queen ” ao lado do copo e ouvi Peter da uma risadinha.
- Você sabia que além dos atendentes dos Starbucks serem lindos eles ainda perguntam o seu nome, põem nos copos e ainda te chamam de Rei e Rainha? - Peter perguntou entusiasmado e eu ri. Aquele era um dos meus cafés favoritos.
- King Peter Cohen – Li no copo dele – Você pareceu alguém importante, pelo menos por um minuto. – sorri tomando um gole do meu cappuccino.
- Queridinha ainda vai ter gente procurando na lata do lixo esse cappuccino que eu vou acabar de jogar fora – Ele deu de ombros e eu dei uma gargalhada.
- Sua confiança às vezes é tão engraçada.
- Talvez eu tenha certeza.
- Ter certeza é bom, agora o eterno clone de Chris Colfer na versão Kurt Hummel pode me ajudar a escolher livros pra minha viagem amanhã? - Perguntei arqueando as sobrancelhas. Iria viajar amanhã com e Peter e a turma da Tasha para Dublin. Iríamos conhecer o teatro ABBEY THEATRE, que também era conhecido como teatro nacional da Irlanda e eu estava completamente mega animada, além de conhecermos um dos principais teatros do mundo iriamos ter palestras de um famoso ator da Broadway que Tasha dizia ser surpresa, eu contava todos os dias para aquela viajem desde que ela tinha sido anunciada.
- Só não leva coisas tristes ok? - Peter falou caminhando para dentro de casa junto comigo. Subimos as escadas em direção ao meu quarto onde eu tinha colocado uma enorme prateleira com todos os meus livros.
- Quem é você Alasca? Parece um bom livro – Peter pegou o livro e sentou-se na cama enquanto olhava a sinopse na capa.
- Tenho medo de chorar com o final, ler Culpa das estrelas me deu um sinal de alerta que os finais dos livros do Green podem ser perfeitamente tristes.
- Não acho que esse chegue a ser tão triste como a culpa é das estrelas, leva ele – ele estendeu a mão para eu pegar o livro e eu assenti colocando na mala.
- Nervosa para o jantar de hoje à noite? - Perguntou Peter e eu senti o meu corpo estremecer. Tia Chloe falava desse jantar há duas semanas desde que os meninos chegaram de viagem, eles iam fazer uma pausa de três dias antes de voltarem para a turnê. Segundo ela, queria ver todos os seus amigos e a família reunida novamente. Eu não tinha como recusar um pedido de tia Chloe, ela tinha sido tão amável comigo, ela era como se fosse uma segunda mãe pra mim, não queria desapontá-la.
- Um pouco, não é como se eu estivesse roendo unhas, mas uma hora eu teria que encontrar com de novo – falei olhando para Peter. Desde que contei a ele sobre o nosso beijo, ele não parava de falar que eu não poderia ficar fugindo de assim. Depois daquele dia eu voltei pra casa e ele tinha ficado em Londres por mais dois dias antes de voltar para a turnê. Eu nunca mais tinha o visto direito novamente a não ser a uma semana atrás quando eu e estávamos fazendo trabalho em um Park e ele tinha ido ao encontro de para lhe dar algum papel que ela tinha esquecido em casa. Ele apenas tinha dado um sorrisinho pra mim e foi embora, não poderia ser chamado de uma conversa ou qualquer aproximação. Mas a verdade era que eu não dormia direito desde aquela noite, eu não conseguia nem se quer fechar os olhos sem pensar em ... Mas eu tinha que por na minha cabeça que a nossa história tinha acabado há muito tempo, que o amor de criança tinha acabado e que tínhamos que seguir em frente, pelo menos era o que eu pensava até ele me beijar e todos aqueles sentimentos esquisitos voltarem com tanta intensidade pra perto de mim. Eu queria vê-lo de novo, ouvir a sua voz, mas só de pensar em qualquer aproximação o meu coração batia mais rápido. Eu tinha medo de me machucar e tinha medo de correr atrás, talvez esse devesse ser o meu pior defeito.

* * * * * *
Observava falar com os empregados enquanto me olhava no espelho que tinha na cozinha. Estava com um vestido amarelo tomara que caia, sapatilhas, cabelos soltos com meus viavelmente cachinhos caindo pelo ombro enquanto uma presilha enfeitava meu coro cabeludo, brincos e um pequeno e um colocar de coração dourado caia sobre meu pescoço. Suspirei andando para fora da cozinha indo em direção à sala. Avistei os meninos em um canto separado de todas as pessoas mais velhas, sentei-me do lado de que sorriu e me abraçou por trás.

- , fala pro que o cabelo dele tá horrível? - pediu rindo e eu olhei pra no outro sofá ao lado de que tinha seus cabelos visivelmente arrumados e sorri.
– Seu cabelo tá lindo – Dei de ombros e olhei pra rindo, o mesmo fez uma careta. – Obrigada por está contra mim – Falou imitando um tom magoado e eu sorri.
- Não estou contra você, só tem que admitir que o cabelo do tá um charme – pisquei para que sorriu.
entrou na sala usando um suéter que eu julguei ser fofo. O mesmo olhou pra mim e eu sorri fraco enquanto ele sentava do outro lado do sofá ao lado de .

* * *

Promessas nunca compridas, desejos nunca realizados, lágrimas escorridas por tantos anos, eram as únicas coisas que eu me lembrava enquanto deitava no gramado do quintal de Tia Chloe em um canto que ninguém me veria. Olhei para o céu e vi o quão lindo ele estava, antigamente eu achava que todos nós deveríamos ter uma estrela no céu, uma estrela nossa, que fosse especialmente feita pra você. Alguns conseguem ser estrelas, outros não. A minha forma de pensar era tão idiota, iguais àqueles livros bobo que eu já tinha lido e odiado. Mas eu queria ter uma história, ser a personagem principal de algum livro, mas depois de tanto tempo com a minha vida destruída eu comecei a pensar que talvez eu não fosse a mocinha, ás vezes eu achava que era a vilã da minha própria história. Tão solitária, tão triste, tão deprimente, tão na dela, eram assim que as pessoas conheciam , mas as pessoas que a conheciam bem sabiam que eu gostava de rir, gostava de falar, que o meu único problema era ser ignorada e não correspondida, por isso eu resolvia ficar na minha às vezes.
- Você costuma fugir assim mesmo? - sentou-se ao meu lado, onde eu estava deitada na grama e ele abraçou as pernas abaixando a cabeça pra olhar pra mim.
- Não gosto de tumulto, estava passando por aqui e do nada eu resolvi deitar na grama e olhar as estrelas – suspirei olhando para o céu e ele deu uma risada gostosa, aquelas que você sempre gosta de ouvir.
- Você é estranha. – ele deu uma risada.
- Ser estranha ás vezes é legal, eu gosto de ser estranho ás vezes. - Sorri e mordi o lábio inferir olhando para seus olhos.
- Sabe, você sempre tá ali, rindo quando as pessoas falam com você, você aceita tudo, nunca discute com ninguém... Conta piadas, porém no fundo eu sei que mesmo você rindo, tem algo ferido dentro de você. Algo que te faz triste, mesmo estando feliz.
- Como você sabe disso? – Perguntei enquanto me levantava para ficar sentada. Cruzei as pernas e olhei pra ele que continuou falando:
- Está escrito nos seus olhos... Desde que você chegou aqui, eu ando observando você, vendo seus hábitos, quando você hesita antes de falar alguma coisa e acaba não falando por medo, e acaba sempre guardando as coisas pra você mesma. - Ele mordeu o lábio inferior e respirou fundo e eu sorri triste. - Eu era a menina que tinha medo de histórias de terror e ia dormir na cama da mãe toda vez que sentia medo, mesmo não sendo mais criança. Eu era a menina obcecada por livros, a garota que ria a toa, que brincava com as pessoas, que amava se divertir, até o meu coração ser quebrado. Como se ele fosse um brinquedo na mão de alguém, como se não se importassem com os danos que isso iriam causar. Eu vivi minha vida toda em uma bola de neve desgovernada que nunca parava, e se parasse, iria bater em algo e iria acabar de se despedaçar.
- Quem quebrou seu coração? - Ele perguntou sério como se se preocupasse com isso, engoli o seco e suspirei.
- Todas as pessoas que conviveram comigo – Falei e senti uma lágrima solitária descer sobre o meu rosto. – Por isso eu me afastei de todos... Sabe, se uma pessoa entrar na minha vida tinha que ser pra ficar, se é pra entrar e ir embora de uma hora pra outra, eu prefiro ficar sozinha com os cacos que sobraram – dei de ombros e limpei uma lágrima que escorria no meu rosto. Ele se aproximou do meu rosto e limpou outra lágrima com o seu dedo indicador.
- Tenho medo de ser magoada, . Por isso eu me fecho, tenho medo de ser deixada de novo – falei triste e ele me observou por um instante e estendeu seus braços me puxado pra um abraço. E eu me aconcheguei em seu peito.
- Eu nunca vou te deixar, você sabe disso – Ele sussurrou e eu sorri por dentro, eu queria que isso fosse verdade, ah como eu queria.
- Não prometa isso, por favor. – Sussurrei.
- Não estou prometendo – ela disse – Não é uma promessa, é uma afirmação. - ele riu.
- Obrigada por está aqui – sussurrei tão baixinho que não tinha certeza se ele podia escutar.
- Obrigada por voltar – ele beijou o topo da minha cabeça. Sai do seu colo e olhei pra ele. colocou um fio do meu cabelo pra trás e seus lábios roçaram nos meus e ele me beijou, coloquei as mãos em volta do seu pescoço enquanto ela mantinha suas mãos firmes em meus quadris. - Por favor, não se afasta mais... Chega de brigar – Ele estava implorando em sussurros, o encarei erguendo as sobrancelhas.
- Você sabe que se a gente parar perde completamente a graça né?
- Eu sei – ele fez careta e eu suspirei.
- Eu prometo, que quando eu chegar de viagem resolvemos isso. Não podemos resolver nada agora , eu estou indo viajar, não sei quando eu volto e você tem a banda. Quando eu chegar, eu prometo. – Falei ainda no abraço. Então ele se levantou, olhou pra mim e me deu a mão para que eu pudesse levantar e beijou o topo da minha cabeça – Eu sei que tudo vai dar certo no final, – Ele sussurrou e eu sorri consigo mesma e caminhamos de volta a casa, de mãos dadas.

- Então você vai ficar Três junhos aqui? Depois vai embora? Como assim é muito pouco tempo! - disse indignado depois de beber uma garrafa de tequila e eu ri sem graça.
- Eu te juro que não é o que eu quero, sabe aquelas histórias em que você vai pra um lugar depois tem que voltar pra casa e começa a chorar iguais aqueles filmes? - Perguntei e fiz careta – É algo que eu não pretendo pra minha vida. - Sussurrei baixinho e riu, ali estávamos nós, se passavam das uma e pouca da manhã e a casa agora estava silenciosa, todos já haviam subido para seus quartos. Só restavam eu e o os meninos na sala com vários salgadinhos espalhados e várias garrafas de cerveja.
- Você não acha que tá bebendo de mais? - perguntou preocupado tirando a garrafa da minha boca e eu fiz careta.
- Não corta meu filme vai, eu sempre tinha que fazer as coisas certinhas no Brasil – Falei fazendo bico e me aconcheguei em seu peito e fechei os olhos.
- , o que você botou na bebida desses dois pra eles estarem nesse amor todo ao invés de estarem se matando? - perguntou preocupado e deu uma risada negando com a cabeça.
- Nada, a gente só virou amigo – deu de ombros e eu sorri.
- Eu só não queria viajar brigada com alguém, mesmo que seja com esse mala – Sorri e dei um soquinho no braço de que fez uma careta e riu pra mim.
- Talvez ele seja uma mala que você goste de carregar – deu de ombros eu olhei pra cara de que fiz bico e ele arqueou as sobrancelhas como se esperasse uma resposta.
- Talvez seja, eu carrego essa mala desde pequena, depois coloquei ela no chão e fui embora, agora eu voltei e resolvi voltar a carregar. - Dei de ombros.
- Não se esqueça de que tem outra mala aqui – sorriu e me puxou para o seu lado e me abraçou. Eu sabia que aquilo não passava de provocações ao e eu sabia que era daqueles amigos que você sempre poderia desabafar. Eu ainda não o conhecia bem, só havia três meses que eu estava aqui, mas tem amigos que você não nota que pode confiar, tem amigos que você sente. era um deles.
- A gente podia brincar de alguma coisa – falou em um tom entediado e piscou pra ele.
- Que tal banco imobiliário? - falou em um tom desafiador e olhou diretamente pra que fez uma careta e franziu o cenho.
- Ah não! Nem vem! - Ele falou e e se levantaram indo em direção a escada, passou na direção de e deu um beijinho rápido rosto de e disse:
- Se prepara neném .
riu tentando bater nele ms antes que o fizesse, tinha corrido para as escadas em direção ao andar de cima.
- HEY SEUS IDIOTAS, vocês não sabem onde tá o jogo! - bufou indo atrás deles.

- Por que “se prepara neném?” - Perguntei curiosa bebendo mais um gole de cerveja. - É uma longa história, você se cansar antes da gente chegar no final – respondeu e deu uma gargalhada.
- Da última vez que jogamos isso ficamos mais de seis horas trancados no quarto até o jogo acabar. - E nós tínhamos show no dia, a gente tinha feito a passagem de som de manhã então a gente nem lembrou. Eu nem tinha dormido e enfim eu não vou falar o que aconteceu - disse por fim e eu abri a boca indignada.
- Como assim não vai dizer? Vai parar no meio, ? - Joguei um olhar ameaçador e ele riu.
- Nem adianta que eu não vou te contar – Ele sussurrou e eu fiz uma careta.
- Que se dane, o me conta – falei.
- , ne ouse! - gritou e começou a gargalhar.
- ASSIM NÃO VALE! EU TAMBÉM QUERO RIR – gritei enquanto via eles gargalharem.
- ficou zonzo e caio em cima do que estava com uma calcinha de uma fã na mão, ai a calcinha acabou parando na cabeça do Paul – falou entre todas as gargalhadas possíveis e eu comecei a rir junto, eu conhecia o Paul, ele era o segurança/babá dos meninos.
- Coitadoooooo, seu idiota – Eu disse em meio às risadas e joguei uma almofada em sua direção.
- É por que você não sabe o que o apronta - riu e apontou pra .
- Nem tente! - Ele disse e depois olhou pra mim que estava em cima do sofá enquanto os dois estavam jogados no chão. Um segundo depois , , e voltaram com a bandeja do tão conhecido banco imobiliário e eu bati palminhas me sentando no chão ao lado de enquanto e montava o jogo. - Vamos ver quem vai ganhar – Esfreguei as mãos uma nas outras e olhei pra .
- Sai pra lá, eu sempre ganho nisso baby – sorriu maroto e eu fiz careta.
- Vamos ver – pisquei o que o fez rir.

Londres – Casa da tia Chloe – 04h20 de manhã.

- Quanto tempo falta pra isso acabar? - Ouvi a voz de sonolenta e olhei para o lado vendo os meninos deitados no chão com os olhos pesados de sono, estava em cima do sofá com suas cartas na mão e sua cabeça encostada na poltrona. Eu estava ao lado de deitada no chão apoiando minha cabeça em sua perna.

- é o que está mais pobre, ele vai perder – sussurrou cansado e abriu a boca pra protestar, no entanto, seus olhos se fecharam e ele soltou um único sussurro – É oque vamos ver , olha pra você não tem nem mil dólares.
- Como você sabe que eu não tenho? - sussurrou de volta e abriu a boca pra falar:
- Calem a boca vocês dois, eu que sou o mais rico.
- Quanto você tem? – Perguntei.
- 200 dólares- ele respondeu então soltou uma gargalhada.
- Eu tenho 210 dólares sou mais rico que você, chupa essa .
- Vocês são idiotas, eu tenho 250. Agora eu quero ver quem vai me pagar Mcdonalds – sussurrou com os olhos fechados e ouvi e rirem do amigo. - quanto você tem?- perguntei. - 205 – Ela respondeu sonolenta e cansada então eu senti as minhas pálpebras pesarem.
- E você ? – Sussurrei. abriu os olhos e olhou pra mim e puxou meu corpo para que eu me deitasse ao seu lado. Logo em seguida seus olhos se focaram no dinheiro de mentirinha e ele resmungou.
- 15 dólares.
- Eu tenho 271, acho que ganhei – sussurrei e fechei os olhos deixando o sono tomar conta de mim - Ainda teremos muitos jogos , eu quero revanche – ele sussurrou.
- É o que veremos – avisei. - Boa noite .
- Boa noite pequena – ele disse antes de me puxar para seu colo para que eu me aconchegasse em seu peito. Então eu apeguei como o resto daquela sala.

* * * * * * *

Eram exatamente sete horas da manhã no aeroporto de Londres, nosso voo estava atrasado uma hora e meia. Passei a mão no rosto tentando não deixar meu corpo ser vencido pelo sono e virei para o lado encontrando dormindo na cadeira ao lado de Michelle, uma garota da nossa classe. Peter se levantou do banco que estava e olhou pra mim e me deu a mão para me levantar e saímos andando pelo aeroporto em direção a qualquer lugar para afastar o sono que todos nós tínhamos.
Nós íamos até Dublin conhecer um dos maiores teatros do mundo e mesmo assim eu queria ficar aqui, não era todos os dias que você acordava no chão de uma sala ao lado de todos os meninos da One direction, ainda mais com em seus braços, ou quer dizer, você nos braços de . Sim o idiota de , o idiota do que fazia meu coração dar pulinhos, que fazia todas as batidas dele valerem a pena, o idiota que havia conquistado o meu coração desde pequeninha, e eu sabia que quando voltássemos iríamos conversar, iríamos falar sobre nós e isso me deixava ainda mais nervosa. Fui guiada por Peter até um Starbucks dentro do aeroporto e sentamos em uma mesa e ele levantou indo pegar algo no balcão. - Um café pra acordar a bela adormecida – ele disse sorrindo me entregando o Flapppuccino que eu mais gostava com o nome que sempre pedia pra colocar “Star . O café dele era um cappuccino andino escrito “Super Peter” era como se ele fosse uma criança de 10 anos e o seu pai que tivesse escrito pra ele.
- Obrigada – sorri bebericando o café e olhei para seus olhos verdes.
- Estou nervosa Peth – Confessei e ele sorriu pegando na minha mão.
- Vai da tudo certo , essa viagem vai ser mega importante pra nós e eu tenho certeza que vamos arrasar na peça que vamos fazer lá – Ele falou tão confiante que me deu vontade de sorrir, então meus olhos brilharam.
- Gosto da sua confiança, me faz bem – falei e ele deu um daqueles sorrisos vitoriosos que eu amava, Peter era um dos meus melhores amigos, ele segurou na minha mão e encarou meus olhos e disse: - Você merece todos os sonhos do mundo.
- E você merece todas as rosquinhas de açúcar do mundo por ser o melhor superamigo do mundo!
- Então se eu sou superamigo assim, a senhorita pode me contar como foi o jantar ontem na casa da sua tia Chloe, né? - Ele perguntou curioso e eu ri concordando.
- Foi ótimo, eu, a e os meninos ficamos jogando banco imobiliário até quatro horas da manhã, por isso as olheiras e o supersono – expliquei – E ADIVINHA QUEM GANHOU? EU! - falei animada.
- Mas essa animação toda é só por causa do jogo? - Ele jogou seu olhar malicioso e eu fiz careta e ele riu - disse que precisamos conversar quando eu chegar... E hoje ele me abraçou enquanto eu dormia. – dei de ombros e sorri, era uma coisa tão boba que mesmo assim me deixava tão feliz.
- Você gosta de ter ele por perto né? Mesmo ele sendo um chato pra você, e mesmo vocês se espetando, você gosta dele – ele disse cativante e eu sorri.
- Queria poder dizer que tá errado – falei e peguei minha mala enquanto levantava assim que ouvi o nosso voo sendo chamado. Peter também se levantou e caminhamos para a zona de embarque.
- Mas sabe que não pode dizer, quer dizer, você pode até me enganar, mas nunca vai enganar seu coração.

Continua...

N/a: Oi gente! Como vocês estão haha. Primeiro quero dizer muito obrigada pelos comentários no último capítulo, me deixaram super feliz, obrigada mesmo, vocês são encriveis! Espero que gostem desse capítulo e quem quiser comentar, vou ficar muito feliz! É isso, um beijo e até a próxima atualização!

14 comentários:

  1. Perfeitaaa ! Amull sua fic <3 anciosa por mais !!

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    1. Vou continuar hehehe.
      Obrigada, amore! ♥

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  3. Essa fanfic tem tudo a ver comigo. Tirando que meu boy magia não é integrante de boy band ahaua Sério estou apaixonada, meu sonho é ir para Londres e estudar teatro <3 Enfim, muito ansiosa para o próximo capítulo. Já imagino aquelas fãs revoltadas quando souberem que eu namoro o bofe ídolo delas kkkk Beijinhos de luz para todas >3<

    Você escreve muito bem, mulher ahauhauh Leio apenas algumas fanfics no próprio site, até porque é bem difícil eu encontrar alguma história que realmente me atraia. Finalmente achei algo que eu irei acompanhar ahauahu Não me julgue, mas no começo imaginei o bofe como algum integrante do 1D ahauau Beijos, da Viih.

    No Capricho

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    1. hauahushaua bem isso! AAAAAAAH obrigada hahaha!
      Ainda bem que gostou. Não vou demorar muito pra postar!

      Beijos de luz hahaha ♥

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  4. Caraaa...morro de vontade de conhecer Londres.
    Um amigo meu mora ai e sempre me chama, acho que em breve vou!
    Você é muito caprichosa e seu blog é realmente lindo. O layout, posts, imagens...tudo perfeito, parabéns!
    Já estou te seguindo, lindeza!
    Dá uma passada lá no meu blog quando puder.
    Beijão!
    http://makedamotociclista.blogspot.com.br
    Meu Twitter: @cat_343
    Meu Insta: tamiya343

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    1. Eu também, Londres é o meu sonho! ♥
      Awn obrigadaa! (Imagina eu toda boba em ouvir isso kaishsua) Vou visitar o seu blog sim, obrigada pelo comentário.

      Beijos ♥

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  5. ooooooooooooooooi yashhhhh *------------*
    estou adoraaaaaaaando.... quero ler o próximo capitulo :DDDD
    http://www.blahoestraich.com.br/

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    1. Oii Lisii ♥ ♥
      Ebaaa, que bom que gostou hehe! Fui no seu blog e ele é maraaaa! Também vou seguir.

      Beijos!

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  6. Nossa, adorei. Preciso agora ler as anteriores para entender tudo direitinho :D

    www.vivendosentimentos.com.br

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    1. AAAAAh que bom que gostou. Monique <3
      Lê sim! Tomara que você goste. hehe

      Vou visitar o seu blog ♥ Beijos!

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